Fresno: uma banda que não para

Uma dos pontos mais legais do Fresno é que eles não escondem quem são, não escondem suas fases, seus conflitos, suas vitórias e, sobretudo, suas mudanças. Essa integridade trouxe uma legião de fãs que também mudam, amadurecem, vivem as suas experiências pessoais, mas não perdem o gosto pela banda. O que existe, no fundo, é uma grande reciprocidade. Isso explica por que o grupo segue como uma das maiores referências do rock brazuca.

Assista à entrevista e entenda por que a história do mercado fotográfico pode ser contada a partir da história dessa banda que já foi de garagem, de colégio, de faculdade, do underground, de internet, do mainstream… e, agora, assumiu o rock independente em todas as suas esferas.

Aproveite e assista ao video da música “Manifesto”: 

YouTube e o novo mercado fonográfico

No novo mercado fonográfico, cada vez mais os artistas estão compreendendo que existem diferentes formas de tornar a sua música rentável. Fazer dinheiro apenas com downloads e streaming é pouco. Por isso, o YouTube já se transformou numa das oportunidades mais interessantes de aumentar a receita e, também, de divulgar o próprio do trabalho. 

Recentemente a revista Veja publicou uma reportagem que mostra por que o número de videoclipes têm crescidos na internet. Segundo a revista: “No passado, gravadoras e músicos exigiram que clipes de suas canções fossem retirados do site de compartilhamento de vídeos alegando desrespeito a direitos autorais e consequente prejuízo financeiro”. Contudo, esse cenário tem mudado dia após dia: “Hoje, YouTube e similares viraram fonte de receita tanto para nomes consagrados como Cláudia Leitte quanto para os que buscam um lugar na rede. É o caso da funkeira Valesca Popozuda: estima-se que ela tenha faturado quase 200.000 reais com a exibição do clipe da música Beijinho no Ombro, visto mais de 33 milhões de vezes na plataforma do Google.”

Esse números explicam por que tem tanta gente apostando no YouTube. É o caso do produtor e diretor KondZilla, que acabou de lançar o canal “KondZilla Apresenta”, para novos artistas do mundo do funk. Outro que entrou na onda foi o ator e apresentador Rodrigo Faro, que publicou no seu canal o clipe “A Thousand Years”, mostrando o seu retorno à música, interrompido na adolescência. Todos esses, e muitos outros, buscam – além de mostrar a sua arte – uma nova maneira de faturar com a maior plataforma de vídeos streaming do mundo.

Arthur Fitzgibbon, diretor da ONErpm no Brasil, complementa: “A cada 1 milhão de visualizações, os artistas recebem entre 3.000 e 5.000 reais, segundo distribuidora global de música digital. A exposição é maior do que no rádio e o retorno de receita é direto”. Ainda segundo a reportagem: “Só um dos canais que a ONErpm mantém no YouTube, em que as canções são exibidas sem imagens ou apenas com as letras, já rendeu cerca de 1,1 milhão de dólares aos artistas”.

Mas isso não é somente para os famosos, você e sua banda também podem aproveitar todos esses benefícios, basta cadastrar-se na ONErpm. Inscreva-se: http://bit.ly/1llkY7O

Nova parceria: ONErpm e Saravá Discos

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A Saravá Discos é um selo musical criado em 2008 pelo músico Zeca Baleiro e pela Rossana Decelso. Pode-se dizer que é um dos selos mais legais da música brasileiro. Primeiro, porque ela resgata o trabalho de artistas mais antigos; segundo, porque produz artistas de outras gerações; e, por fim, porque elabora projetos ligados à poesia. Esse foco na documentação e na experimentação trouxe para o mercado uma série de trabalhos raros ou desconhecidos da MPB, como Sérgio Sampaio e José Chagas. 

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Mais legal ainda é o fato de que o selo acabou de fazer uma parceria com a ONErpm, o que significa dizer que todo o seu catálogo está disponível agora no mercado digital: onerpm.com/saravadiscos

Assista à entrevista com o Zeca Baleiro e veja os lançamentos do selo:

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Discos distribuídos pela ONErpm na Rolling Stone

Dois discos distribuídos pela ONErpm estão na lista dos “15 discos nacionais lançados no primeiro semestre que você precisa ouvir”, organizada pela Rolling Stone. 

Raimundos – Cantigas de Roda
Em terceiro lugar, o álbum mais recente do Raimundos: “Cantigas de Roda”. A revista destacou as diferentes parcerias do disco, como a do vocalista e guitarrista Billy Graziadei, da banda Biohazard, e a do Sen Dog, integrante do Cypress Hill. Nessa pequena crítica, duas frases se destacam a do título: “Ao combinar sexo e política, banda recupera relevância” e a que finaliza o texto: “Na teoria, é como se os Raimundos nunca tivessem amadurecido. Ainda bem”.

Submarinos - Tudo Pela Mágica Imaginação
A outra banda que a revista salientou foi a Submarinos, na nona posição. Intitulado pela revista como “supergrupo indie”, a banda conta com um time de fazer inveja: “O supergrupo indie reúne gente que já fez/faz trabalhos com, pelo menos, 30 artistas da nova cena brasileira, gente como Instituto, Vanessa da Mata, Céu, Metá Metá, Pélico, Barbara Eugenia, Passo Torto e Lucas Santtana, entre muitos outros. Formado por Junior Boca (guitarra), Juliana R. (vocais), Marcelo Cabral (baixo), João Leão (teclados) e Tony Gordin (bateria), com participação de Bruno Buarque e do sempre concorrido guitarrista Fernando Catatau, o Submarinos estreia com um álbum de folk psicodélico (com algumas pitadas de rock e jazz)”

Para ficar com água na boca, ouça esse teaser:

Agora, passe no iTunes e compre os discos das bandas:
Raimundos: http://bit.ly/1mEUKKb
Submarinos: http://bit.ly/1ocn9My

O novo canal de YouTube do Rodrigo Faro

Rodrigo Faro, ator e apresentador da Record, está retomando a carreira de cantor. Semana passada, ele lançou um novo canal de YouTube e publicou o seu primeiro clipe “A Thousand Years”. A faixa, gravada originalmente pela cantora Chistina Perri, faz parte da trilha sonora do filme “A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2, de 2012”.

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No seu perfil de Instragram, o cantor postou: “Agora é OFICIAL! Já está no ar o meu canal no Youtube. Nele irei postar as regravações de músicas que gosto e que fizeram parte da minha vida e da minha história! Pra começar, eu gravei a versão de A Thousand Years, da Saga Crepúsculo. Você ainda não viu o clipe? Então, entra lá e veja que lindo que ficou! A direção musical é do meu parceiro e amigo Afonso Nigro. Espero que vocês curtam!! Em breve, mais músicas, mais clipes e mais novidades! Me ajudem a divulgar! Obrigado pelo carinho de todos sempre!!! SUCESSO!!!” 

A princípio, o “Canal Rodrigo Faro” apresentará apenas covers, porém um fato é certo: não é por acaso que o apresentador, agora cantor, está apostando e divulgando o seu trabalho na maior plataforma de streaming de vídeos do mundo. O YouTube já se tornou uma ótima plataforma de rentabilização no seguimento musical. Que tal se inspirar? Que tal faturar com a sua arte? Se você quer fazer parte dessa transformação e ganhar dinheiro com YouTube, cadastre-se na ONErpm: http://bit.ly/1llkY7O

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Spotify e o perfil verificado

Em um texto anterior, tratamos sobre a importância do Spotify para os artistas que trabalham com música, iniciantes ou consagrados. O texto de hoje vai falar um pouco de uma das ferramentas que o maior serviço de streaming do mundo oferece: o Perfil Verificado. 

Antes de tudo, é necessário criar um perfil no Spotify. Se não você tem, basta um endereço de e-mail. Depois, tendo um perfil iniciado, é preciso preencher um formulário – para que o Spotify tenha certeza de que aquele é mesmo o seu perfil oficial. São as seguintes informações:

  • O nome de usuário do Spotiffy que você gostaria de usar em sua página de discografia;
  • O link URL de sua discografia
  • O nome que você quer que apareça em seu perfil
  • Link URL para uma imagem no formato 500x500 pixels
  • Link para conta do Twitter do artista (as senhas não são armazenadas)

Optar pelo Perfil Verificado é o mais ideal, já que une a página de conteúdo com a página pessoal; assim, as suas páginas de Facebook, Instagram, Twitter terão um logo oficial do seu Spotify. Em suma, se você tem muitos seguidores nas suas redes, mais chances de eles chegarem ao seu Spotify

Além disso, vale a pena usar a ferramenta para criar playlists temáticas e lúdicas, para que os fãs conheçam um pouco de suas influências, de sons antigos que a banda gosta de ouvir, ou uma lista de covers para os fãs votarem para o próximo show. Todas essas ações são importantes, pois, ao criar tais interações, você aumenta a sua base de fãs. A meta é fazer a sua banda estar presente no dia-a-dia dos ouvintes. Assim como outras bandas já estiveram no seu, não é verdade?

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Sol, pop e reggae

Quem gosta da sonoridade do Seu Cuca, não vai se decepcionar com o novo álbum: “Mente Aberta”, distribuído digitalmente pela ONErpm. Mesclando reggae, ska, pop rock, o grupo cria aquela atmosfera descontraída, perfeita para ouvir na praia – ou mesmo para acalmar os nervos numa grande cidade. Saca só:

Vale mencionar uma ideia super legal que os caras tiveram. Pelo Instagram, o grupo criou um concurso cultural com os fãs para escolher a foto de capa do álbum! Na verdade, essa colaboração, essa troca de energia, caracteriza o som do Seu Cuca desde o seu início. Por isso mesmo, no “Mente Aberta”, não poderia faltar ótimas participações, como a do Armandinho e  do vocalista da banda californiana Iration, Micah Pueschel.

Para terminar, vale uma curiosidade. Sabe de onde surgiu o nome da banda? Vem tanto da personagem clássica do Monteiro Lobato, a bruxa trapalhona Cuca, do Sítio do Pica Pau Amarelo, como também de um jacaré de estimação chamado: Seu Cuca. 

Faça como o Seu Cuca, facilite a sua vida de artista, cadastre-se na ONErpm: http://bit.ly/1pgcUG8

Edi Rock e Hip-Hop que não está morto

"Contra Nós Ninguém Será”, o disco solo do rapper Edi Rock, um dos integrantes do lendário grupo de rap Racionais MC`s, foi lançado no ano passado mas, pelo jeito, ainda gera muita discussão. Isso talvez pelo fato de o cantor estar mais aberto à publicidade e de colocar no som diversas influências musicais. E a intenção parece ser justamente esta: uma carreira solo repleta de influências, ritmos, timbres e parcerias. Numa entrevista para o UOL, o cantor falou sobre o disco: “No Racionais é mais rap puro, sem muita ousadia”.  É essa ousadia que está presente no álbum. 

Sobre as parcerias e o novo momento do rap brasileiro, Edi diz: “Uma nova geração mostrando a evolução, bem nessa época digital. O rap não estava morto, mas ele estava se reinventando para entrar em uma nova era. Você lia ‘o hip-hop morreu’. Você lembra disso? Eu acho que é necessário ter esse espaço, para você ter uma visão melhor das coisas, ver o que está faltando, manja?”

Não por acaso o rapper buscou parcerias, como Marina de La Riva, Falcão, Seu Jorge, Emicida, entre outros. Quem escuta o álbum percebe justamente essa busca pelo tempo presente, por meio de sonoridades e temas diferentes. Basta ouvir a belíssima “Eu Canto Up Soul” ou a reggae “Abram-se os Caminhos” para entender que “visão” é essa:

Edi Rock ainda comenta sobre o caldeirão de referências: “Por que não colocar rap nessa mistura? Por que não ‘ousadia e alegria’, sacou? O rap pode caminhar em várias vertentes, vários cantos.” Ouça, agora, “Voltarei Para Você”, e perceba como essa ousadia não quer limite, ou melhor, essa vertente:

Totalmente por dentro dessa nova época digital, o rapper colocou o seu disco nos melhores serviços de streaming (como Rdio, Deezer e Spotify) e também nas lojas virtuais: iTunes e eMusic.

 Vale essa lição para o pessoal do rap: venham para ONErpm. Distribua o sem som! Cadastre-se agora: http://bit.ly/1pgcUG8

O forró do Falamansa

Os fãs esperaram, e valeu a pena. Depois de seis anos, o Falamansa lança um disco novo com músicas inéditas: “Amigo Velho”. Contando com a mesma formação desde o seu surgimento em 1998, a banda apostou num trabalho com todas as características que fizeram o som conhecido no Brasil inteiro: alegria nas letras e o ritmo contagiante do forró.

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Com quatro integrantes: Tato (violões e vocais), Alemão (zabumba), Dezinho (triângulo e percussão) e Valdir (acordeom), o disco é composto por canções simples e diretas – seguindo uma lição aprendida tanto com o forró de raiz, quanto com o mestre Luiz Gonzaga, grande influência para o grupo. Mas essa simplicidade não pode ser erroneamente confundida com uma facilidade simplória, pelo contrário: essa simplicidade está ligada com a exatidão, com o essencial. Na verdade, os arranjos têm apenas os instrumentos necessários, sem excessos – e, acima de tudo, sem querer parecer moderno, nem mesmo antigo. E são essas escolhas que fazem o som único, com o verdadeiro “jeito Falamansa”.

“Amigo Velho” é, portanto, um disco autoral, sem a menor intenção de ceder aos modismos e trocadilhos repetitivos. Existe sim é a intenção de beber na cultura brasileira, nos seus costumes e ritmos regionais, para encontrar uma sonoridade brasileira e contemporânea. Outro ponto legal é a capa do disco. Ela mostra o grupo maquiado e vestido de velho – mais um ponto para a irreverência do grupo, uma de suas marcas registradas. 

Pode-se dizer que essa “velhice” foi uma boa arma na hora de compor o conceito do disco; por outro lado, na hora de distribuí-lo, os caras buscaram o que há de mais novo no mercado fonográfico, ou seja, o trabalho da ONErpm. A plataforma colocou o álbum “Amigo Velho” no iTunes e nos melhores serviços de streaming. 

E você, tem um grupo de forró? Então distribua o seu trabalho como o Falamansa, distribua com a ONErpm!

Cadastre-se agora: http://bit.ly/1pgcUG8

O tempo com Guilherme Arantes

Recentemente, em entrevista para o Jô Soares, Guilherme Arantes contou que comprou um Harpsichord, uma espécie de ancestral do piano – muito usado na música barroca. O instrumento, segundo o cantor, foi um “símbolo de reatamento do amor à música”. Na verdade, essa frase expressa bem o significado do seu último disco: “Condição Humana”.

Primeiro, um reatamento com o tempo presente, já que as canções tratam de temas sociais e contemporâneos, de modo cru e direto. Depois, um reatamento e ajustes com o passado, uma vez que o cantor não só abandonou qualquer entrave para criação (por exemplo: produtores que limitam o trabalho artístico em prol de “vendas”), como também buscou uma instrumentação que lembra os trabalhos dos anos 70, com uma pegada mais rock. Para isso, foi importante a banda recrutada, que conta com o lendário guitarrista Carlini (que trabalhou com a Rita Lee dos anos 70).

Em seu site Oficial, Guilherme Arantes escreveu sobre o “Condição Humana”: “As letras deste disco, deste ano, não podiam excluir essa sensação de náusea. Náusea com a corrupção mundial, os ratos dos governos invariavelmente por trás de toda a perversidade e sacanagem do mundo. (…) Náusea porque o  ‘politicamente correto` inclui um ‘respeito` à mentira e à empulhação”.

Na verdade, Guilherme Arantes preferiu, como verdadeiro artista, o mais difícil: não ficar preso nos anos 80, vivendo de grandes sucessos do passado, mas buscar a criação genuína, um diálogo com o tempo presente, de olhares estrangeiros e difusos, um tempo que não permite fugas. Um condição humana feita de utopias destroçadas, as quais atingem, inclusive, o romantismo de algumas canções. 

“Condição Humana” é, portanto, um disco autoral, como o próprio cantor revela: “Resolvi mostrar nesse disco, logo de cara, que existe uma ‘pegada` no piano (…) que ninguém jamais vai me copiar.” 

Agora, assista à performance super bacana com o músico no ONErpmSessions.

Faça como o Guilherme Arantes e distribua suas músicas com a ONErpm: http://bit.ly/1pgcUG8