Spotify e o perfil verificado

Em um texto anterior, tratamos sobre a importância do Spotify para os artistas que trabalham com música, iniciantes ou consagrados. O texto de hoje vai falar um pouco de uma das ferramentas que o maior serviço de streaming do mundo oferece: o Perfil Verificado. 

Antes de tudo, é necessário criar um perfil no Spotify. Se não você tem, basta um endereço de e-mail. Depois, tendo um perfil iniciado, é preciso preencher um formulário – para que o Spotify tenha certeza de que aquele é mesmo o seu perfil oficial. São as seguintes informações:

  • O nome de usuário do Spotiffy que você gostaria de usar em sua página de discografia;
  • O link URL de sua discografia
  • O nome que você quer que apareça em seu perfil
  • Link URL para uma imagem no formato 500x500 pixels
  • Link para conta do Twitter do artista (as senhas não são armazenadas)

Optar pelo Perfil Verificado é o mais ideal, já que une a página de conteúdo com a página pessoal; assim, as suas páginas de Facebook, Instagram, Twitter terão um logo oficial do seu Spotify. Em suma, se você tem muitos seguidores nas suas redes, mais chances de eles chegarem ao seu Spotify

Além disso, vale a pena usar a ferramenta para criar playlists temáticas e lúdicas, para que os fãs conheçam um pouco de suas influências, de sons antigos que a banda gosta de ouvir, ou uma lista de covers para os fãs votarem para o próximo show. Todas essas ações são importantes, pois, ao criar tais interações, você aumenta a sua base de fãs. A meta é fazer a sua banda estar presente no dia-a-dia dos ouvintes. Assim como outras bandas já estiveram no seu, não é verdade?

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Sol, pop e reggae

Quem gosta da sonoridade do Seu Cuca, não vai se decepcionar com o novo álbum: “Mente Aberta”, distribuído digitalmente pela ONErpm. Mesclando reggae, ska, pop rock, o grupo cria aquela atmosfera descontraída, perfeita para ouvir na praia – ou mesmo para acalmar os nervos numa grande cidade. Saca só:

Vale mencionar uma ideia super legal que os caras tiveram. Pelo Instagram, o grupo criou um concurso cultural com os fãs para escolher a foto de capa do álbum! Na verdade, essa colaboração, essa troca de energia, caracteriza o som do Seu Cuca desde o seu início. Por isso mesmo, no “Mente Aberta”, não poderia faltar ótimas participações, como a do Armandinho e  do vocalista da banda californiana Iration, Micah Pueschel.

Para terminar, vale uma curiosidade. Sabe de onde surgiu o nome da banda? Vem tanto da personagem clássica do Monteiro Lobato, a bruxa trapalhona Cuca, do Sítio do Pica Pau Amarelo, como também de um jacaré de estimação chamado: Seu Cuca. 

Faça como o Seu Cuca, facilite a sua vida de artista, cadastre-se na ONErpm: http://bit.ly/1pgcUG8

Edi Rock e Hip-Hop que não está morto

"Contra Nós Ninguém Será”, o disco solo do rapper Edi Rock, um dos integrantes do lendário grupo de rap Racionais MC`s, foi lançado no ano passado mas, pelo jeito, ainda gera muita discussão. Isso talvez pelo fato de o cantor estar mais aberto à publicidade e de colocar no som diversas influências musicais. E a intenção parece ser justamente esta: uma carreira solo repleta de influências, ritmos, timbres e parcerias. Numa entrevista para o UOL, o cantor falou sobre o disco: “No Racionais é mais rap puro, sem muita ousadia”.  É essa ousadia que está presente no álbum. 

Sobre as parcerias e o novo momento do rap brasileiro, Edi diz: “Uma nova geração mostrando a evolução, bem nessa época digital. O rap não estava morto, mas ele estava se reinventando para entrar em uma nova era. Você lia ‘o hip-hop morreu’. Você lembra disso? Eu acho que é necessário ter esse espaço, para você ter uma visão melhor das coisas, ver o que está faltando, manja?”

Não por acaso o rapper buscou parcerias, como Marina de La Riva, Falcão, Seu Jorge, Emicida, entre outros. Quem escuta o álbum percebe justamente essa busca pelo tempo presente, por meio de sonoridades e temas diferentes. Basta ouvir a belíssima “Eu Canto Up Soul” ou a reggae “Abram-se os Caminhos” para entender que “visão” é essa:

Edi Rock ainda comenta sobre o caldeirão de referências: “Por que não colocar rap nessa mistura? Por que não ‘ousadia e alegria’, sacou? O rap pode caminhar em várias vertentes, vários cantos.” Ouça, agora, “Voltarei Para Você”, e perceba como essa ousadia não quer limite, ou melhor, essa vertente:

Totalmente por dentro dessa nova época digital, o rapper colocou o seu disco nos melhores serviços de streaming (como Rdio, Deezer e Spotify) e também nas lojas virtuais: iTunes e eMusic.

 Vale essa lição para o pessoal do rap: venham para ONErpm. Distribua o sem som! Cadastre-se agora: http://bit.ly/1pgcUG8

O forró do Falamansa

Os fãs esperaram, e valeu a pena. Depois de seis anos, o Falamansa lança um disco novo com músicas inéditas: “Amigo Velho”. Contando com a mesma formação desde o seu surgimento em 1998, a banda apostou num trabalho com todas as características que fizeram o som conhecido no Brasil inteiro: alegria nas letras e o ritmo contagiante do forró.

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Com quatro integrantes: Tato (violões e vocais), Alemão (zabumba), Dezinho (triângulo e percussão) e Valdir (acordeom), o disco é composto por canções simples e diretas – seguindo uma lição aprendida tanto com o forró de raiz, quanto com o mestre Luiz Gonzaga, grande influência para o grupo. Mas essa simplicidade não pode ser erroneamente confundida com uma facilidade simplória, pelo contrário: essa simplicidade está ligada com a exatidão, com o essencial. Na verdade, os arranjos têm apenas os instrumentos necessários, sem excessos – e, acima de tudo, sem querer parecer moderno, nem mesmo antigo. E são essas escolhas que fazem o som único, com o verdadeiro “jeito Falamansa”.

“Amigo Velho” é, portanto, um disco autoral, sem a menor intenção de ceder aos modismos e trocadilhos repetitivos. Existe sim é a intenção de beber na cultura brasileira, nos seus costumes e ritmos regionais, para encontrar uma sonoridade brasileira e contemporânea. Outro ponto legal é a capa do disco. Ela mostra o grupo maquiado e vestido de velho – mais um ponto para a irreverência do grupo, uma de suas marcas registradas. 

Pode-se dizer que essa “velhice” foi uma boa arma na hora de compor o conceito do disco; por outro lado, na hora de distribuí-lo, os caras buscaram o que há de mais novo no mercado fonográfico, ou seja, o trabalho da ONErpm. A plataforma colocou o álbum “Amigo Velho” no iTunes e nos melhores serviços de streaming. 

E você, tem um grupo de forró? Então distribua o seu trabalho como o Falamansa, distribua com a ONErpm!

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O tempo com Guilherme Arantes

Recentemente, em entrevista para o Jô Soares, Guilherme Arantes contou que comprou um Harpsichord, uma espécie de ancestral do piano – muito usado na música barroca. O instrumento, segundo o cantor, foi um “símbolo de reatamento do amor à música”. Na verdade, essa frase expressa bem o significado do seu último disco: “Condição Humana”.

Primeiro, um reatamento com o tempo presente, já que as canções tratam de temas sociais e contemporâneos, de modo cru e direto. Depois, um reatamento e ajustes com o passado, uma vez que o cantor não só abandonou qualquer entrave para criação (por exemplo: produtores que limitam o trabalho artístico em prol de “vendas”), como também buscou uma instrumentação que lembra os trabalhos dos anos 70, com uma pegada mais rock. Para isso, foi importante a banda recrutada, que conta com o lendário guitarrista Carlini (que trabalhou com a Rita Lee dos anos 70).

Em seu site Oficial, Guilherme Arantes escreveu sobre o “Condição Humana”: “As letras deste disco, deste ano, não podiam excluir essa sensação de náusea. Náusea com a corrupção mundial, os ratos dos governos invariavelmente por trás de toda a perversidade e sacanagem do mundo. (…) Náusea porque o  ‘politicamente correto` inclui um ‘respeito` à mentira e à empulhação”.

Na verdade, Guilherme Arantes preferiu, como verdadeiro artista, o mais difícil: não ficar preso nos anos 80, vivendo de grandes sucessos do passado, mas buscar a criação genuína, um diálogo com o tempo presente, de olhares estrangeiros e difusos, um tempo que não permite fugas. Um condição humana feita de utopias destroçadas, as quais atingem, inclusive, o romantismo de algumas canções. 

“Condição Humana” é, portanto, um disco autoral, como o próprio cantor revela: “Resolvi mostrar nesse disco, logo de cara, que existe uma ‘pegada` no piano (…) que ninguém jamais vai me copiar.” 

Agora, assista à performance super bacana com o músico no ONErpmSessions.

Faça como o Guilherme Arantes e distribua suas músicas com a ONErpm: http://bit.ly/1pgcUG8

Boy Bands, B-POP E Champs

Muitos se emocionaram com a trilha sonora do filme “Meu primeiro amor”, quando Macaulay Culkin era uma criança amada por todos. A canção que dava título ao filme em inglês, “My Girl”, foi tirada de um single do grupo Temptations, considerado por alguns como a primeira boy band de sucesso. Daí em diante, o conceito de juntar um grupo de rapazes com belas vozes e coreografias marcantes virou uma febre no mundo pop.

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Nos anos 70, o Jackson 5, formado por Michael Jackson e seus irmãos, colocaram ainda mais personalidade ao rótulo, incorporando outros estilos, como o funk e o soul. Os anos 80 contaram com o grupo latino Menudos e suas dancinhas magnéticas. E dos anos 90 para cá, outros nomes apareceram: de New Kids On The Block a  Backstreet Boys. Na verdade, outro ponto importante para uma boy band, além da vozes e coreografias, é o grupo de fãs, super fãs, dispostas a cometer qualquer ação para ficar ao lado do seu artista preferido.

Nos últimos tempos, os ingleses do One Direction mostraram que o conceito não havia se esgotado; e agora os brasileiros fãs de boy bands têm um bom motivo para comemorar: Champs – a primeira boy band de b-pop do brasil. Sabe o que é isso? A gente explica.

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O termo Brazilian Pop (daí a o “b-pop”) seria uma espécie de tradução para o k-Pop (Korean pop), criado para definir as boy bands coreanas que trazem como marca registrada os cortes de cabelo extravagantes, as roupas diferentes e conceituais e, sobretudo, as coreografias. E são esses elementos que o grupo brasileiro trouxe para o seu b-pop, prometendo, acima de tudo, muita dança – segundo eles, também como uma forma de se diferenciar de boy bands de sucesso como o One Direction.

O grupo brasileiro, formado em 2012 por cinco garotos de 18 e 22 anos, foi arquitetado por uma das maiores gravadoras da Coreia do Sul, a JS Entertainment. De lá para cá, os rapazes passaram dois anos num treinamento intenso – aulas de canto e dança –, tudo para o seu lançamento oficial, que aconteceu este ano. Os meninos, parceiros da ONErpm, lançaram o primeiro single, “Dynamite”, que já está fazendo sucesso na internet.

Assista também ao vídeo e sinta toda energia do grupo!

Você também pode ser parceiro da ONErpm e distribuir o seu som agora: http://bit.ly/1pgcUG8 

Uma filarmônica que tem funk e vanguarda

A Filarmônica de Pasárgada foi formada em 2008 por estudantes de música da USP. Segundo a banda, tudo começou com o objetivo de “interpretar as canções de Marcelo Segreto”, que “conseguiu ludibriar os seus colegas de faculdade dizendo que o grupo ficaria famoso e que todos ficariam ricos em no máximo dois anos. Tendo feito pacto de sangue, de cuspe e de outras coisas que não vêm ao caso, os integrantes não puderam mais abandonar o projeto”. 

Na verdade, aí estão duas grandes características da Filarmônica: uma banda de músicos de verdade – capazes de criar arranjos de trombone, acordeão e fagote – com muito humor. Em certo sentido, essa mistura lembra bastante o movimento da Vanguarda Paulistana dos anos 80, que tinha nomes como Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção e Grupo Rumo como seus principais expoentes.

O novo single, “Muro Muro Morumbi”, foi composta, segundo a banda, por Julinho Addlady. Ao que parece, uma referência ao heterônimo-compositor criado pelo Chico Buarque nos anos 70 para driblar a censura: o Julinho de Adelaide. A música conta com a participação de Guilherme Arantes e traz inúmeras intertextualidades: do pop-internet à mpb clássica. 

“Ah lelek lelek
Tem até feicebuquí
Tem dinheiro no bancú
Tem funk cariocá
Deus lhe pague obrigado”

Você também pode distribuir o seu disco pela ONErpm. Faça agora o seu cadastro: http://bit.ly/1pgcUG8

O protesto de Leoni

Em 2013, o cantor carioca Leoni lançou um convite para o povo brasileiro se manifestar com a música de protesto “As Coisas Não Caem do Céu”, publicada em seu canal de YouTube.

Na época, junto com o single, o cantor carioca escreveu nas redes sociais: “Escrevi ‘As Coisas Não Caem do Céu’ para lembrar que só a ação modifica o mundo. As pessoas na rua disseram isso de forma muito mais impactante e coletiva. Esse vídeo, feito em família, é a nossa forma de demonstrar nosso orgulho por todos que estão se manifestando e tomando posse do país para todos nós”. 

Na letra, o artista desfere uma série de críticas, como neste trecho:
“Por que é que eu me encho de orgulho
Só porque um dia eu postei
Um link pra uma causa nobre pra ajudar os pobres, qualquer coisa assim
Que eu não li, mas eu compartilhei.”

Vendo o número de likes e compartilhamentos da sua música, o próprio cantor se espantou e anunciou: “Não esperava tanta receptividade assim! Estou emocionado. Tomara que consiga dar armas poéticas para o combate”. Sobre a Copa, o ex-integrante do Kid Abelha escreveu em seu Facebook: “Vai ter Copa. Vai ter protesto. Oba para os dois! Democracia é assim”.  

Este ano, o cantor lançou o single com seis versões: a original e mais outras quatro contando com participações, como a do Humberto Effe, dos Picassos Falsos e do Furacão de Bolso, banda que o acompanha há muitos anos.

A sua banda tem músicas de protesto? Por que não distribuí-las com a ONErpm? Faça como Leoni e Brothers of Brazil – artistas que estão pensando a nossa sociedade por meio da música –, venha para ONErpm: onerpm.com.br

ONErpm e Spotify

Há pouco tempo, o Spotify, a maior plataforma de streaming do mundo, chegou ao Brasil. Criada na Suécia em 2008, o serviço conta com números que chamam atenção: uma biblioteca de mais de 20 milhões de músicas; 40 milhões de usuários ativos; e está presente em 56 países;

Como a reprodução e venda de música pela internet aumenta a cada dia, estar presente em plataformas de streaming é encurtar o caminho entre possíveis novos fãs e seu trabalho. Importante dizer que essas plataformas – Rdio, Deezer, Spotify – não são apenas para bandas pequenas, que ainda não tem ou não querem gravadora; pelo contrário, bandas e artistas de todos os portes, sobretudo os mais consagradas, estão disponibilizando discos e singles nesses serviços. Mas você pode se perguntar: como eu coloca minha música lá? Eu preciso ter gravadora? Preciso de um selo?

Diferente do que muitos podem pensar, é simples e rápido colocar a sua música nesses serviços de streamings. Para tanto, o serviço da ONErpm, a primeira distribuidora global de música digital, é fundamental, e por isso de Bell Marques a Racionais MC’s, artistas de todos os estilos já são parceiros da ONErpm. Prestando um serviço para artistas, a plataforma é um sistema livre e flexível, agregando bandas iniciantes a artistas consagrados. Em suma, a primeira ação a fazer, se você quer colocar suas músicas na internet, é se cadastrar na ONErpm.

Cadastre-se clicando aqui: http://bit.ly/1pgcUG8

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A IRREVERÊNCIA DO SERTANEJO BRASIL

O gênero sertanejo, desde o seus primórdios, sempre conseguiu aliar aspectos aparentemente inconciliáveis: músicas ora tristes, ora alegres, ora cômicas, ora tudo ao mesmo tempo, a ponto de não se saber se era pra rir ou chorar. 

A dupla Alvarenga & Ranchinho, por exemplo, formada em 1929, conseguiu colocar até sátiras políticas. Tião Carreiro & Pardinho, outros papas do sertanejo “clássico”, chegaram a encenar peças teatrais, como o drama “Pai João”. Parte do prestígio do gênero parece estar na capacidade de captar tanto pontos atemporais, como a famosa dor de cotovelo, quanto as características mais cotidianas ou do nosso tempo.

Mesmo levando isso conta, talvez alguns se espantem ao ouvirem a letra da canção “É rolo” da dupla Maiara & Maraísa (part. Jorge & Mateus):

“Eu não sou do tipo de pessoa que vai te agradar
Não me dou bem com romantismo, não vai dar
O meu negócio com você é outro, (e é o que?) é rolo
Nada a ver, não tô querendo um casamento com você
Daqui uns dias todo mundo vai saber
Cê tá levando a sério o nosso rolo, e é rolo
Você vai ter que se acostumar”

Já no single “#100Risadinha” do cantor Roberto Maia, há uma brincadeira com aqueles que tiram fotos com o celular e as colocam nas redes sociais.

“Primeira foto ele ri, ela joga o cabelo
Bate o flash, é tanta pose
No outro dia é desespero
Tá ficando complicando
que o povo tá postando
O quê, o quê? O quê, o quê?
Ele faz careta. Ela faz biquinho.
Ele mostra o copo e ela beija o ombrinho
Tenta disfarçar, mas todo mundo percebeu”

Para terminar, é preciso mencionar o novo single do Rionegro & Solimões: “O Cavalo Tá Doidão”. Mestres da irreverência, a dupla já alcançou um privilegio que poucos conseguiram: basta ouvir os primeiros segundos da música e já é possível reconhecer: “Isto é Rionegro & Solimões“. O single, escrito por Rionegro, apresenta a personagem de um cavalo que não tolera viver amarrado, bastando uma potranca charmosa passar para ele correr atrás. 

Como se pode ver, há assanhamento para todos os gostos, seja com dupla feminina, seja uma dupla masculina. É garantia, no mínimo, de muita descontração e alegria.